domingo, 8 de julho de 2018

Flautas usadas pelos grandes flautistas

QUE FLAUTAS ELES TOCAM
Levantamento curioso sobre as flautas usadas por alguns famosos flautistas contemporâneos. Entre parênteses, outras marcas, também eventualmente utilizadas por alguns dos músicos citados.
POWELL
Robert Aitken
Mathieu Dufour
William Kincaid +
James Pellerite
Elaine Shaeffer
Christina Smith
Keith Underwood
Robert Langevin
Maxence Larrieu (Landell)
Paul Edmund Davies (Louis Lot)
Joshua Smith
Fenwick Smith
Raffaele Trevisani
Andras Adojan

BRANNEN
Bart Feller
Timothy Hutchins
Emmanuel Pahud
Michael Parloff
Paula Robison
Marina Piccinini
Mark Sparks
Alexa Still
Anne Zentner
Robert Dick
Marc Grauwels (Abell, Miyazawa)
Michel Bellavance

LOUIS LOT
Richard Davies
Adrian Brett
Kate Hill
Sebastian Bell
Jonathan Snowden
Michael Cox
Richard Taylor
Sarah Brooke
Gareth Davies
Willliam Bennett (Altus)
Mathias Ziegler (Brannen)
Geoffrey Gilbert +
Keith Pettway (Barbier, Altus)

SANKYO
Anders-Ljungar Chapelon
Christina Fassbender
Jean-Claude Gerard
Julien Beaudiment
Peter Verhoyen
Philippe Boucly
Alain Marion +
Silvia Careddu

ALTUS
Emily Beynon (Powell, Louis Lot)
Denis Bouriakov
Wissam Boustany
Robert Langevin
Eldred Spell
Trevor Wye
Robert Langevin
Robert Aitken

HAYNES
Jeanne Baxtresser
Jean Pierre Rampal +
Gottfried Hechtl (Sankyo)
Patrick Gallois (Yamaha, Abell)
Shigenori Kudo (Yamaha)
Massimo Mercelli
Claudi Arimany

MIYAZAWA
Pierre-Yves Artaud
Laurel Zucker
Dean Stallard
Ian Clarke
Andrew Nicholson

MURAMATSU
Trudy Kane
Aurèle Nicolet
Amy Porter
Vieri Bottazzini
Hansgeorg Schmeiser
Raffaele Trevisani

YAMAHA
Philipe Bernold
Dieter Flury
Jeffrey Khaner
Irena Grafenauer
Christian Lardé

BURKART
Carol Wincenc
Harold Jones
Larry Kaplan
Laurie Sokoloff
Brooks de Wetter-Smith

PEARL
Nestor Torres
Lori Bell
Sheridan Stokes
Benoit Fromanger (Yamaha, Sankyo)
Rhonda Larson

HAMMIG
Severino Gazzelloni +

BONNEVILLE
Peter Lloyd

NAGAHARA
James Galway (Muramatsu)

Limpeza e manutenção do saxofone

 
       Eis alguns pontos que considero importante na limpeza e manutenção do saxofone e com algumas adaptações para flauta transversal, clarinete, flauta doce, e outros instrumentos étnicos de sopro.
     A diferença na aplicação dessas dicas para os diversos instrumentos está principalmente nas dimensões e materiais em questão. Os instrumentos menores como flauta e sax soprano requerem mais cuidado e escovas menores, já a flauta doce soprano não tem mecanismo para lubrificar, e o clarinete de ébano ou madeira requer um tratamento de hidratação da madeira anual, com uma mistura de óleo de amêndoa e azeite extra virgem 60% e 40% respectivamente. Está lubrificação pode ser feita com uma pena passando delicadamente na parte interna e externa e esperando absorver/secar por alguns dias ou desmontar o instrumento e mergulhar o corpo na mistura indicada. (está dica me foi passada pelo Bove, porém há controvérsia quanto à composição e porcentagem da mistura).
      Outra manutenção que faço anualmente é hidratar as sapatilhas de couro animal (na flauta transversal não), pois como o couro resseca com o tempo e racha é bom hidratar com algum óleo hidratante de pele sem cheiro (o couro natural é pele em última instância) eu uso óleo Jhonson para bebês sem perfume e minhas sapatilhas duram anos e anos, com a vantagem de se assentarem bem. Utilizo cotonete no sax tenor, com cuidado sem sujar tudo, e um pedaço de papel sulfite cortado em triangulo para o sax soprano e sapatilhas menores e de difícil acesso. Na hora de limpar cuidado ao usar água quente que pode deformar boquilhas e flautas de plástico utilize água morna.
1-     Material para limpeza: é essencial na limpeza do saxofone uma flanela macia, limpa e seca. Também é importante uma escova específica para limpeza da boquilha. Alguns músicos também optam por utilizar uma escova secadora que absorve a umidade do interior do saxofone, outros preferem utilizar uma ferramenta para secagem (cleaning swab) que consiste num lenço com uma tira (ou corda) comprida presa no seu centro e na outra extremidade da tira um peso que é utilizado para passar pelo interior do saxofone a fim de proceder a sua secagem e limpeza. Após tocar seu saxofone, procure passar uma flanela macia por todo o instrumento, corpo e chaves, retirando todo vestígio de umidade e marcas de digitais. É importante ter o cuidado de não deixar essa flanela enroscar nos mecanismos, calços, molas e sapatilhas a fim de evitar qualquer dano ao instrumento.
2-     Sempre lave a boquilha após tocar seu saxofone. Para isso utilize uma escova cilíndrica com cabo, específica para este trabalho. Você pode utilizar sabão neutro ou gel dental nessa limpeza. Também pode lavar a palheta, somente com água e secá-la cuidadosamente com pano macio. É importante ter cuidado ao manusear a boquilha a fim de evitar derrubá-la ou batê-la contra alguma superfície, pois isso pode danificar sua ponta e algumas boquilhas de massa podem até quebrar.
3-     Evite a utilização de polidores e outros produtos abrasivos no seu saxofone, pois podem desgastar o acabamento do seu saxofone, seja ele laqueado (verniz), niquelado, prateado ou dourado. Alguns fabricantes sugerem a utilização de cera automotiva, tipo grand Prix, mas o ideal é evitar usar qualquer tipo de produto, substituindo tudo por uma flanela macia, limpa e seca.
4-      Sempre que possível deixe seu instrumento fora do estojo (em suporte apropriado) ou com o estojo aberto em local arejado para proporcionar a completa secagem das sapatilhas. Mas tenha o cuidado de deixar em local que não seja muito quente, nem sob a incidência direta dos raios solares. Também evite deixar ao alcance de crianças ou sobre cadeiras, sofá, cama ou qualquer lugar onde alguém possa sentar-se sobre o saxofone acidentalmente, ou ainda derrubá-lo. Evite deixar seu saxofone guardado por muito tempo fechado no estojo. Evite deixar seu saxofone no interior de veículos ou porta-malas, pois o calor pode danificar seu instrumento, desregular sapatilhas ou ainda prejudicar a afinação.
5-      Se possível use correias com gancho plástico resistente ou de metal encapado para evitar riscos ou arranhões no seu instrumento. Outro vilão no aparecimento de riscos é a fivela metálica dos cintos.
6-     Use protetores de boquilha adesivos para melhorar o apoio dos dentes, favorecendo sua embocadura. Isso também irá auxiliar a manter sua boquilha isenta de marcas de dentes.
7-      Procure fazer um rodízio de palhetas. Na sua próxima compra de palhetas, compre uma caixa, numere as palhetas e utilize-as na forma de rodízio. Assim você não encontrará dificuldade na substituição das palhetas, pois todas se manterão no mesmo nível. Muitas vezes nos acostumamos com uma palheta que já está amaciada e quando precisamos substituí-la é aquele sofrimento. Outro ponto positivo no rodízio é que você dá tempo para a palheta descansar suas fibras e assim manter sua força (e durabilidade) por mais tempo.
8-     Procure manter a limpeza do seu saxofone como uma rotina. Dessa forma você estará com seu saxofone sempre limpo e bem cuidado, tornando sua atividade musical um grande prazer. Além disso, você estará preservando o seu investimento.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA NO SAXOFONE

      Existe uma grande variedade de acessórios para limpeza do saxofone, mas mesmo que você não os possua. Você pode improvisar e fazer você mesmo o seu kit de limpeza.
      Para que seu instrumento tenha uma vida longa é necessário uma série de cuidados simples que irão evitar futuras dores de cabeça. Quem trabalha na área de engenharia sabe que existem vários tipos de manutenção, mas as principais são: preventiva, preditiva e a corretiva.
     O importante é ter em mente que o instrumento não vai funcionar para sempre. E que a "escolha" de quando isso vai acontecer pode ser decisão sua. No nosso caso vai nos interessar dois tipos de manutenção, a preventiva e a corretiva.
     A manutenção preventiva é aquela realizada com a intenção de reduzir ou evitar a quebra ou a queda no desempenho do equipamento. Para isso, utiliza-se um plano antecipado com intervalos de tempo definidos. Aqui, os cuidados preventivos servem para evitar quebras, falhas ou outros tipos de danos.
     A manutenção corretiva é a que queremos evitar. Como o próprio nome sugere, ela se realiza para corrigir algum dano ocorrido com o equipamento, no nosso caso, o saxofone. Ela não é necessariamente uma manutenção de emergência, pois entra em ação quando há quebra, ou quando o equipamento começa a operar com desempenho deficiente.
    Em linhas gerais, a Manutenção Corretiva significa Restaurar ou Corrigir o funcionamento do instrumento. Uma possível queda que tem como resultado amassados na lataria do instrumento, é um evento que vai exigir uma manutenção corretiva. A ação corretiva neste caso tem como objetivo retirar os amassados.
     Um plano de prevenção para o saxofone consiste numa série de ações programadas que deveriam ser executadas para evitar uma ação corretiva. Darei um exemplo de um plano de manutenção preventiva:
·        1-Diário: - Sempre que usar o saxofone, retirar toda a umidade do corpo, do tudel e da boquilha com o uso de secadores próprios. - Retirar a palheta da boquilha, secar e guardá-la em um porta palhetas. - Passar uma flanela e retirar marcas deixadas pelas mãos e possíveis gotas de suor que tenham caído sobre a lataria. - Guardá-lo em local seguro, de preferência no case.
·        2- Semanal: - Colocar o instrumento em local seguro e deixá-lo fora do case para que ele possa pegar um ar (deixá-lo respirar), para que assim toda umidade que ainda reste no instrumento possa sair espontaneamente.
·        3- Mensal - Limpar a boquilha com uma escova apropriada sob água corrente e retirar assim toda sujeira que possa estar incrustada nela. - Limpar todos os cantos do instrumento usando material adequado.
·        4- Trimestral - Checar todos os parafusos para ver se existe algum frouxo. - Pingar óleo próprio nos pontos onde haja movimentação de peças.

Estas regras são básicas e deveriam ser aplicadas sempre que possível. Já vi até uma tabela na internet tipo um check list, que deveria ser executado para controle da manutenção. Na verdade acho um exagero. O seu instrumento não é um helicóptero que precisa de uma tabela com centenas de ações a serem seguidas. Basta ter bom senso e seguir as dicas acima que seu instrumento terá uma vida longa.
     Este post acima eu peguei com algumas pequenas adaptações do blog http://eleandrodaflauta.blogspot.com/


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Na corrida

Tentando esta corrida, se la vie.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Saxofone e musica

Atualmente tocar um instrumento pode parecer uma coisa do passado, com a tecnologia e a velocidade, treinar e repetir mil vezes um exercício, não é o ideal da garotada. Por isso eu considero muito importante, para desenvolver o foco, e a noção de construção de algo, nem tudo é passageiro e moda. Dai este blog, para pensar oque são coisas realmente, sólidas e conseguidas com esforço e persistência e descobrir o prazer desta jornada. É ser amigo do tempo, têm altos e baixos, mas algo se constrói assim, um aprendizado, uma família e até um País. E o mais importante encontra a si mesmo.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Instrumentos


Podem ver acima meus instrumentos da esquerda para a direita:
Sax soprano Adolf Sax - Não uso para tocar é uma antiguidade, foi cadastrado pelo museu Adolf sax da Bélgica, provavelmente é um dos primeiros sax sopranos do mundo, pois Adolf sax iniciou a produção pelo tenor, alto e barítono e somente depois criou o soprano. A tessitura e de Dó a Eb, e a afinação Bb, esta com muito jogo nas chaves, quem reconstruiu para mim foi o Prequete (saxofonista paulista) e teve que refazer a chave de oitava, que tem duas. (até o G# e posterior) por isso é um pequeno comparado com o proximo.
O seguinte é um sax sintetizador Yamaha WX-11, que uso com o modulo virtual acustic VL-70 também da Yamaha, eu gosto, não cansa a embocadura, tem 200 timbres (gosto da flauta, trombone, trompete, violão, sinth whawha, moog e Ksawlead). Não tem a expressão de um instrumento acústico, mas não dá microfonia e quando a banda toca auto, chego junto só aumentando o volume.
Depois Soprano Selmer Mark VI, sem comentários é ótimo, som pop a lá Kenny G, ou Wayne Shorter, único problema não tem alça para correia, mas eu me acostumei. Como não toco muito o soprano não agüento muito tempo a embocadura cansa. Boquilha Bari Massa 64, palheta Rico 2 ou 2 1/2. Boquilha e palheta baratas e boas.
Sax Alto Selmer Super Action 80, tem um som "tenorizado", tem quem não goste, mas apesar de não me considerar "altista" gostam muito do meu som, tenho facilidade nos harmônicos F, F#,G, G#,A e D os outros Bb, B, C, C#,D#,E são mais difíceis. Boquilha Claude Laike 7* Jazz, palheta vandorem 2 1/2.
Sax Tenor Selmer Mark VI - Este é uma relíquia, serie dos grandes Jazzistas, pena que esta tão acabado e requer manutenção constante, mas vale a pena, é o meu preferido. Boquilha Norberto metal (brasileira) sem numero, tenho também uma Otto Link 8* mas é menos brilhante apesar de mais equilibrada nas oitavas. Palheta 2 1/2. Quando esta bem calibrado grave suave ou forte, agudo expressivo, harmônicos até o D tranqüilo (F#,G, G#,A, Bb, B.C. C# e D).
Flauta Gemenhart, open Hole, bocal e corpo prata massisa chaves folhadas, é uma flauta estudante. Uso em casa fica montada sempre.
Flauta Armstrong, Open Hole, prata massisa, bocal em ouro, chaves folhadas a ouro, pé em Si. É bastante superior a anterior já uma flauta profissional, grave grande e som redondo nunca estridente.
Clarinete Vijon, Francês, Ébano, 18 chaves, clarinete estudante, mas para mim que não toco nada de clarinete, por isso, está bom, tenho alguns problemas de mecânica com as chaves do meio (C# 1ou G#3), mas como é de ébano e francês provavelmente feito por um funcionário da Selmer, que durante um período foram pagos com corpos de clarinetes e lançaram estas marcas desconhecidas, vale a pena para estudo. Boquilha Vandorem, palheta Vandorem 3 (nunca toquei com outra, foi indicação por isso não tenho base para comentar).
Bem esse é o meu Kit, gosto muito e espero que a minha experiência possa ajudá-los. Tchau Edsax

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Morre LeRoi Moore, saxofonista da Dave Matthews Band



LeRoi Moore, o versátil saxofonista com cujo característico staccato fez a fusão do jazz e do funk no eclético som da Dave Matthews Band, morreu ontem, aos 46 anos, por complicações após sofrer um acidente automobilístico no dia 30 de junho. Moore bateu sua caminhonete na região de Charlottesville, no Estado da Virginia, Estados Unidos, no dia 30 de junho, foi parar no Centro Médico Presbiteriano de Hollywood e, após receber alta, sentiu-se novamente mal e acabou voltando ao hospital no dia 17 de julho. A banda seguiu com um show anteontem em Los Angeles, onde o vocalista, Dave Matthews, dedicou o espetáculo a ele. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Já faz alguns dias, mas vale fazer esta pequena lembrança/homenagem